Pular para o conteúdo
Trabalhadores atravessam a rua apressados ao fim do expediente, com ônibus ao fundo, na região central do Rio de Janeiro (foto de arquivo, abril de 2024)
Voltar

Economia

Desemprego cai a 5,3% e Brasil bate recorde com 103,5 milhões de pessoas trabalhando

Pnad do IBGE aponta a menor taxa já vista para o trimestre até agosto; o emprego com carteira assinada no setor privado também é o maior da série.

Redação Correio Brasileiro 2 min de leitura

Compartilhe

A taxa de desemprego no Brasil caiu para 5,3% no trimestre encerrado em agosto, a menor para esse período desde 2012, quando começa a série histórica do IBGE. Os números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua foram divulgados nesta terça-feira (29). No trimestre até maio, a taxa era de 5,6%, o mesmo nível de um ano antes.

O total de pessoas trabalhando chegou a 103,5 milhões, o maior já registrado. São 774 mil a mais do que no trimestre anterior, alta de 0,8%. A indústria, com mais 265 mil pessoas ocupadas, e a construção, com mais 306 mil, puxaram o crescimento.

A carteira assinada no setor privado também bateu recorde, com 39,5 milhões de trabalhadores. Os desocupados somaram 5,8 milhões, 281 mil a menos que no trimestre anterior. Já os desalentados, que nem procuram emprego por achar que não vão encontrar, ficaram em 2,4 milhões, 11,9% abaixo de um ano antes.

Renda e informalidade

A informalidade subiu um pouco, de 37,3% para 37,5% dos ocupados. São 38,8 milhões de pessoas sem garantias como férias, 13º salário e seguro-desemprego. O rendimento médio ficou em R$ 3.777, acima dos R$ 3.752 do trimestre até maio, mas ainda abaixo do recorde de R$ 3.804, alcançado no primeiro trimestre de 2026.

A massa salarial, que é a soma do que todos os trabalhadores recebem, chegou a R$ 385,6 bilhões, a maior da série, com alta de 4,8% em um ano. O número de contribuintes da Previdência também é recorde: 68,5 milhões de pessoas, ou 66,2 de cada 100 trabalhadores.

Segundo a Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda, o resultado veio dentro do que o mercado esperava. A menor taxa já medida pela pesquisa continua sendo a de 5,1%, do último trimestre de 2025. Para chegar aos números, o IBGE visita 211 mil domicílios em todos os estados e no Distrito Federal.

Não perca a próxima

A notícia chega primeiro nas redes. Escolha a sua.

Leia também

Preferências de cookies

Você pode mudar estas escolhas quando quiser, pelo link «Preferências de cookies» no rodapé.