Olivier Martinez vai à Justiça contra Halle Berry e acusa a atriz de agredir o filho de 12 anos
O ator francês abriu processo na Califórnia nesta quinta (1º) e conseguiu medida temporária contra a ex-mulher. A defesa da atriz diz que as acusações são infundadas.
O ator francês Olivier Martinez entrou na Justiça da Califórnia, nos Estados Unidos, nesta quinta-feira (1º), contra a ex-mulher, a atriz Halle Berry. Ele acusa a vencedora do Oscar de agredir o filho dos dois, Maceo, de 12 anos, e pediu uma medida restritiva contra ela. O caso foi revelado pela revista americana Entertainment Weekly.
Segundo os documentos entregues ao tribunal, o episódio mais recente aconteceu em 26 de setembro. Martinez conta que o menino jogava com óculos de realidade virtual quando a mãe passou a criticá-lo, e que a discussão terminou com a atriz apertando o pescoço do garoto. Depois disso, ainda segundo o pai, Maceo ligou pedindo para ser buscado.
O ator afirma que não foi um caso isolado e cita outras agressões ao filho nos últimos anos, além de abuso verbal e emocional contra ele próprio. No processo, Martinez também diz que a ex-mulher fez declarações racistas durante uma briga sobre pensão alimentícia.
O que o juiz decidiu
A Justiça de Los Angeles concedeu uma medida protetiva temporária a pedido do ator, de acordo com a revista People. Halle continua podendo ver o filho, mas em horários limitados: às segundas e terças-feiras e nos fins de semana, das 10h às 20h. O juiz negou o pedido para monitorar a sobriedade da atriz, por falta de informações suficientes.
Totalmente infundadas e deliberadamente enganosas
A defesa da atriz diz que ela está profundamente triste, mas que vai seguir lutando pelo que considera melhor para Maceo. Já o advogado de Martinez, Patrick Baghdaserians, afirma que a prioridade do cliente é a segurança e o bem-estar do adolescente.
Halle Berry e Olivier Martinez se casaram em 2013, e o divórcio só foi concluído em 2023, depois de uma longa disputa judicial. A medida temporária vale até a audiência marcada para 16 de outubro, quando o juiz vai decidir se a ordem será mantida.