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O presidente do STF, Edson Fachin, fala ao microfone durante sessão plenária da Corte em Brasília, em 1º de outubro de 2026
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Política

A três dias da eleição, Fachin chama 158 milhões às urnas e defende voto livre e em paz

Em nota, o presidente do STF pediu que o eleitor vote com serenidade e confiança nas instituições, no dia em que a AGU acionou a PF sobre suposta verba dos EUA contra a Corte.

Redação Correio Brasileiro Atualizado 2 min de leitura

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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, divulgou nota nesta quinta-feira (1º) em defesa do voto livre e de uma eleição em paz. A mensagem saiu a três dias do primeiro turno, marcado para o domingo (4). No texto, o ministro reafirmou o compromisso com a democracia e com a liberdade de escolha de cada eleitor.

Fachin chamou os mais de 158 milhões de eleitoras e eleitores do país a comparecer às urnas. Pediu que o direito ao voto seja exercido com serenidade, consciência e confiança nas instituições. Ele também defendeu o trabalho da Justiça Eleitoral e disse que fortalecer a democracia é tarefa de todos.

O voto é a expressão máxima da cidadania

Edson Fachin, presidente do STF

A nota foi divulgada no mesmo dia em que a Advocacia-Geral da União (AGU) acionou a Polícia Federal (PF) e a Procuradoria-Geral da República (PGR). O pedido é para investigar uma suposta ação do governo dos Estados Unidos para interferir nas eleições brasileiras e tirar a credibilidade do STF.

A suspeita nasceu de uma reportagem do jornal britânico The Guardian, publicada na quarta-feira (30). Segundo o jornal, Washington reservou US$ 1 milhão, cerca de R$ 5,1 milhões, para bancar grupos que acusam a Suprema Corte brasileira de excesso de atuação e de censura. O valor aparece em documentos do Departamento de Estado, comandado por Marco Rubio.

Ainda não se sabe se o dinheiro chegou a ser repassado ou se apenas foi reservado. Agora, PF e PGR devem analisar o pedido da AGU, enquanto o país se prepara para ir às urnas no domingo.

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